Ás vezes julgo gostar de desenvolver o hábito de escrever todas as manhas, simplesmente para ver minha “verve artística” mais apurada. Mas percebo que escrever não é basicamente um ato de desenvolvimento. É um encontro! Encontro com meus pensamentos, com meus anseios, com os meus medos. O receio de não conseguir ser bom, bem-sucedido, capaz, admirado, reconhecido. “Vaidades” que se ENCONTRAM no meu coração.
A vantagem desse encontro, é que na simples ação da caneta com o papel ou das teclas do computador, e na disposição escrita das palavras que até o momento eram coisas abstratas – pensamentos, sentimentos – entendo o “quão miserável homem que sou!” Como os interesses pessoais estão acima de qualquer outra coisa! E por que enuncio vantagem? Assevero mais: oportunidade! Pois quando os meus olhos enxergam cada ação ortográfica, elas são passíveis de crítica, assim como leio uma notícia estampada no jornal. E criticando os meus anseios, medos, ambições que estão expressos por meio desses sinais gráficos, nasce a esperança de ser uma pessoa melhor. Ser livre! Confrontar tudo o que é ruim e libertar-me de todos os embaraços.
Por isso, continuarei escrevendo, encontrando-me, percebendo, confrontando… melhorando.
22 22UTC julho 22UTC 2011






4 setembro, 2011 no 23:03
Que bom ver uma pessoa preocupada em ser sempre um ente melhor. Que bom conhecer um homen fazendo auto-critica , deseajando recriar sua existência e ser o melhor do que pode.
Parabéns, gostei de conhecer você.
Não se esqueça nunca de ser o que é.
Tudo de melhor do você pode ser.
UM beijo.
5 setembro, 2011 no 15:01
Obrigado pelas palavras. Acredito que a auto-crítica é parte fundamental do progresso das relações humanas e do meio em que vivem.
Grande abraço